Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 38 para viver reflete fragilidades em saúde e habitação, ainda que segurança puxe o resultado para cima. O melhor indicador é homicídios (0 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Homicídios 0 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 37 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos27,8 (2014) → 37 (2021)
- Mortes no trânsito 78,2 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- MCMV 0,78 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
O que as séries históricas mostram
A mortalidade infantil subiu de 27,8 por mil nascidos em 2014 para 37 por mil nascidos em 2021. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 11,6 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 27,8 por mil nascidos (2014) → 37 por mil nascidos (2021)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 11,6 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 4,8 em 2007 para 5,8 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 4,8 (2007) → 5,8 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
O IDEB dos anos iniciais subiu de 5,4 em 2007 para 6,0 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (4,0 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos iniciais: 5,4 (2007) → 6,0 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025