Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 31 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança. O melhor indicador é homicídios (20,3 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Homicídios 20,3 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 37,7 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos15,4 (2015) → 37,7 (2023)
- Mortes no trânsito 40,7 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- MCMV 0,2 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,1 em 2005 para 5,4 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,6 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos iniciais: 4,1 (2005) → 5,4 (2023)
- Média nacional no período: 3,6 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 2,9 em 2007 para 5,2 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (3,5 → 4,8), mas em ritmo bem mais forte.
- IDEB — anos finais: 2,9 (2007) → 5,2 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
A mortalidade infantil subiu de 15,4 por mil nascidos em 2015 para 37,7 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 15,4 por mil nascidos (2015) → 37,7 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025