Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 36 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança, ainda que infraestrutura puxe o resultado para cima. O melhor indicador é mortes no trânsito (5,7 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Mortes no trânsito 5,7 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Saneamento 83,8% · média 55%48% (2017) → 83,8% (2025)
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 30,3 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos5,4 (2015) → 30,3 (2023)
- Homicídios 56,9 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- MCMV 0,97 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
O que as séries históricas mostram
A mortalidade infantil subiu de 5,4 por mil nascidos em 2015 para 30,3 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 5,4 por mil nascidos (2015) → 30,3 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 3,1 em 2005 para 3,7 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,3 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos finais: 3,1 (2005) → 3,7 (2023)
- Média nacional no período: 3,3 → 4,8
O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,3 em 2007 para 4,8 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (4,0 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.
- IDEB — anos iniciais: 4,3 (2007) → 4,8 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025