Duas leituras de 0 a 100 que comparam Restinga Sêcaà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️59
Viver
Bom
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Com nota 59 para viver, Restinga Sêca se destaca em saúde e segurança, mas habitação pesa contra. O melhor indicador é leitos (335,4 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (0,72 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).
Pontos fortes
Leitos47 p.p. acima
335,4 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
A mortalidade infantil caiu de 15,1 por mil nascidos em 2016 para 7,2 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,9 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 15,1 por mil nascidos (2016) → 7,2 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 12,9 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈55
Investir
Bom
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Com nota 55 para investir, Restinga Sêca se destaca em mercado de trabalho e vulnerabilidade social, mas crescimento pesa contra. O melhor indicador é saldo de empregos (2,89 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-0,7% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
O número de empresas ativas subiu de 489 em 2015 para 756 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 16.345 para 15.205 habitantes entre 2014 e 2025 (-7%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.