Viver
BomQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Com nota 58 para viver, Ronda Alta se destaca em saúde, mas segurança e habitação pesam contra. O melhor indicador é leitos (812,5 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (20,1 por 100 mil hab. ante 4,5 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Leitos 812,5 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Prof. de saúde 8,73 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
- Homicídios 10 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Mort. infantil 7,9 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos28,9 (2014) → 7,9 (2023)
Pontos de atenção
- Violência letal 20,1 por 100 mil hab. · média 4,5 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 50,2 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- MCMV 0,9 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 5,0 em 2007 para 7,1 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 5,0 (2007) → 7,1 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
A mortalidade infantil caiu de 28,9 por mil nascidos em 2014 para 7,9 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 28,9 por mil nascidos (2014) → 7,9 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 4,6 em 2007 para 5,4 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 4,6 (2007) → 5,4 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025