Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Roque Gonzales, a nota 44 esconde um perfil desigual: saúde e segurança acima da média, habitação e infraestrutura abaixo. O melhor indicador é leitos (552,8 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (14,9 por 100 mil hab. ante 4,5 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Leitos 552,8 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Homicídios 0 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Violência letal 14,9 por 100 mil hab. · média 4,5 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 89,6 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Mort. infantil 22,2 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos17,9 (2014) → 22,2 (2023)
- MCMV 0,75 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,9 em 2005 para 7,1 em 2021. O município acompanha o movimento nacional (3,6 → 5,6).
- IDEB — anos iniciais: 4,9 (2005) → 7,1 (2021)
- Média nacional no período: 3,6 → 5,6
A mortalidade infantil subiu de 17,9 por mil nascidos em 2014 para 22,2 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 17,9 por mil nascidos (2014) → 22,2 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 4,4 em 2005 para 5,3 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,3 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 4,4 (2005) → 5,3 (2023)
- Média nacional no período: 3,3 → 4,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025