Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 38 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança, ainda que infraestrutura puxe o resultado para cima. O melhor indicador é homicídios (9,5 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (32,5 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
- Homicídios 9,5 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Saneamento 84,9% · média 55%21,4% (2017) → 84,9% (2025)
Pontos de atenção
- Mort. infantil 32,5 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos8 (2015) → 32,5 (2022)
- Violência letal 28,4 por 100 mil hab. · média 13,6 por 100 mil hab.
- MCMV 0,19 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Mortes no trânsito 37,8 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,2 em 2007 para 5,8 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 4,2 (2007) → 5,8 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 3,1 em 2007 para 4,6 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 3,1 (2007) → 4,6 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
A mortalidade infantil subiu de 8 por mil nascidos em 2015 para 32,5 por mil nascidos em 2022. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 8 por mil nascidos (2015) → 32,5 por mil nascidos (2022)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025