Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Antônio Carlos, a nota 50 esconde um perfil desigual: segurança e infraestrutura acima da média, saúde e habitação abaixo. O melhor indicador é homicídios (8 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Homicídios 8 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 8 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Prof. de saúde 7,14 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
- Saneamento 77,1% · média 55%61,5% (2017) → 77,1% (2025)
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- MCMV 0,08 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Mort. infantil 23,4 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos8,6 (2014) → 23,4 (2023)
- Violência letal 8 por 100 mil hab. · média 4,7 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
A mortalidade infantil subiu de 8,6 por mil nascidos em 2014 para 23,4 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 8,6 por mil nascidos (2014) → 23,4 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 4,7 em 2005 para 5,8 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,3 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 4,7 (2005) → 5,8 (2023)
- Média nacional no período: 3,3 → 4,8
O IDEB dos anos iniciais subiu de 5,6 em 2007 para 6,9 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 5,6 (2007) → 6,9 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025