Painel das Cidades

Indicadores Municipais

Saúde em Imbituba

Mortalidade · Leitos · Profissionais · Saneamento

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 29/05/2026

A saúde pública em Imbituba exibe uma evolução estrutural consistente, sustentada por investimentos municipais robustos, com a aplicação de receitas próprias de saúde (IEPS) frequentemente superando os 24%, bem acima do limite constitucional. Esse aporte financeiro reflete-se no aumento contínuo da densidade de profissionais, com a taxa de médicos subindo de 1,57 por mil habitantes em 2010 para 2,65 em 2025, e a de enfermeiros escalando de 0,53 para 1,27 no mesmo período. A mortalidade infantil, embora historicamente volátil devido ao baixo número absoluto de óbitos que distorce as taxas anuais, atingiu o excelente patamar de 1,58 por mil nascidos vivos em 2023. Em contrapartida, observa-se uma redução gradual na oferta de leitos hospitalares (tanto SUS quanto não-SUS), o que pode sugerir um processo de otimização da atenção primária ou uma dependência crescente de redes hospitalares regionais de maior complexidade nas cidades vizinhas.

Mortalidade infantil
Fonte
IBGE — Registro Civil

A taxa de mortalidade infantil mede os óbitos de crianças com menos de 1 ano de vida por 1.000 nascidos vivos. A OMS considera taxas abaixo de 10 como baixas e acima de 30 como altas. É um dos indicadores mais sensíveis das condições de saúde, saneamento básico, nutrição e acesso a cuidados médicos.

Entre 2006 e 2023, Imbituba registrou queda de 92% — de 19,15 para 1,58.

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Tendência

Imbituba apresenta mortalidade infantil 88% abaixo da média nacional — resultado que reflete melhores condições de saneamento, acesso à saúde pré-natal e qualidade de vida para as famílias.

Fonte: IBGE

Leitos hospitalares (por 100.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde por 100 mil habitantes. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100 mil para um sistema de saúde adequado. Inclui leitos cirúrgicos, clínicos, obstétricos, pediátricos e de UTI da rede pública.

Leitos SUS — Cobertura baixa

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Leitos não-SUS (rede privada)

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Tendência

A disponibilidade de leitos hospitalares é um indicador crítico da capacidade do sistema de saúde local. Imbituba conta com 134 leitos SUS por 100.000 habitantes e 16 leitos privados. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100.000 hab. para um sistema de saúde adequado.

Fonte: IEPS / DATASUS

Profissionais de saúde (por 1.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de médicos por 1.000 habitantes. O Conselho Federal de Medicina recomenda ao menos 2 médicos por 1.000 habitantes para atendimento adequado. A má distribuição de médicos é um dos principais desafios da saúde pública brasileira.

Médicos

Entre 2010 e 2025, Imbituba registrou crescimento de 68% — de 1,58 para 2,65.

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Tendência

Com 2,65 médicos por 1.000 habitantes, Imbituba atende à recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) de ao menos 2 médicos/1.000 hab. Esse nível de cobertura favorece o acesso da população ao atendimento médico.

Enfermeiros

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Fonte: DATASUS / IEPS

Saneamento básico
Fonte
IEPS

Percentual de domicílios com acesso adequado a abastecimento de água tratada e esgotamento sanitário. Diretamente relacionado à saúde pública - municípios com baixa cobertura apresentam maiores taxas de doenças de veiculação hídrica e mortalidade infantil.

Entre 2010 e 2025, Imbituba registrou crescimento de 53% — de 61,56% para 94,19%.

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Tendência

94,19% dos domicílios de Imbituba têm acesso adequado ao saneamento básico — cobertura quase universal que contribui diretamente para a redução de doenças de veiculação hídrica e melhoria da mortalidade infantil.

Fonte: IEPS