Painel das Cidades
Sergipe·Propriá
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Para quem é Propriá?

Vale a pena viver ou investir em Propriá?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Propriáà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

63

Viver

Bom

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Com nota 63 para viver, Propriá se destaca em saúde e segurança, mas habitação pesa contra. O melhor indicador é prof. de saúde (10,69 profissionais/mil hab. ante 4,48 profissionais/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (1,36 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).

Pontos fortes

  • Prof. de saúde 10,69 profissionais/mil hab. · média 4,48 profissionais/mil hab.
  • Mortes no trânsito 3,7 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
  • Leitos 249,9 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
  • Saneamento 77,4% · média 55%74,3% (2017) → 77,4% (2025)

Pontos de atenção

  • MCMV 1,36 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 2,9 em 2007 para 4,9 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 2,9 (2007) → 4,9 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 2,4 em 2005 para 4,4 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,3 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 2,4 (2005) → 4,4 (2023)
  • Média nacional no período: 3,3 → 4,8
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Tendência

A mortalidade infantil caiu de 18,3 por mil nascidos em 2015 para 10,8 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).

  • Mortalidade infantil: 18,3 por mil nascidos (2015) → 10,8 por mil nascidos (2023)
  • Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
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Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

30

Investir

Limitado

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

A nota 30 para investir reflete fragilidades em mercado de trabalho e vulnerabilidade social. O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-1,73 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).

Pontos de atenção

  • Saldo de empregos -1,73 vagas/mil hab. · média 1,18 vagas/mil hab.
  • Bolsa Família 406,2 benef./mil hab. · média 230,54 benef./mil hab.
  • Crescimento populacional -0,7% ao ano · média +0,7% ao ano29.562 (2014) → 27.213 (2025)
  • PIB per capita R$ 23.100 · média R$ 40.342R$ 14.155 (2015) → R$ 23.100 (2023)

O que as séries históricas mostram

Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 14.155 em 2015 para R$ 23.100 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.

  • PIB per capita: R$ 14.155 (2015) → R$ 23.100 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 501 em 2015 para 918 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.

  • Empresas ativas: 501 (2015) → 918 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Pano de fundo

O contexto que liga as duas notas

Dinâmica populacional

A população passou de 29.562 para 27.213 habitantes entre 2014 e 2025 (-7,9%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.

  • População: 29.562 (2014) → 27.213 (2025)
  • Variação média nacional no período: +5,3%
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Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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