Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Adolfo, a nota 47 esconde um perfil desigual: habitação e infraestrutura acima da média, saúde e segurança abaixo. O melhor indicador é MCMV (6,44 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- MCMV 6,44 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Saneamento 99,6% · média 55%94,4% (2017) → 99,6% (2025)
- Homicídios 22,2 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mortes no trânsito 44,4 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Mort. infantil 22,7 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos17,9 (2014) → 22,7 (2021)
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais caiu de 7,7 em 2007 para 6,9 em 2023. No mesmo período, a média nacional andou na direção oposta (4,0 → 5,8) — o município perdeu terreno enquanto o país avançava.
- IDEB — anos iniciais: 7,7 (2007) → 6,9 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
Adolfo está entre os 100 melhores municípios do Brasil em cobertura de saneamento (posição 37 de 5.570).
- Ranking nacional: posição 37 de 5.570
- Valor mais recente: 99,6% (2025) · média nacional: 55%
A mortalidade infantil subiu de 17,9 por mil nascidos em 2014 para 22,7 por mil nascidos em 2021. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 11,6 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 17,9 por mil nascidos (2014) → 22,7 por mil nascidos (2021)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 11,6 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 4,8 em 2007 para 5,8 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 4,8 (2007) → 5,8 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025