Viver
LimitadoQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 37 para viver reflete fragilidades em saúde, ainda que segurança puxe o resultado para cima. O melhor indicador é homicídios (0 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Homicídios 0 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 43,5 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos28,6 (2014) → 43,5 (2023)
- Violência letal 19 por 100 mil hab. · média 4,4 por 100 mil hab.
- Mortes no trânsito 57,1 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
O IDEB dos anos iniciais caiu de 6,8 em 2005 para 5,7 em 2021. No mesmo período, a média nacional andou na direção oposta (3,6 → 5,6) — o município perdeu terreno enquanto o país avançava.
- IDEB — anos iniciais: 6,8 (2005) → 5,7 (2021)
- Média nacional no período: 3,6 → 5,6
A mortalidade infantil subiu de 28,6 por mil nascidos em 2014 para 43,5 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 28,6 por mil nascidos (2014) → 43,5 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 4,0 em 2007 para 4,9 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 4,0 (2007) → 4,9 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025