Duas leituras de 0 a 100 que comparam Barra do Turvoà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️40
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Barra do Turvo, a nota 40 esconde um perfil desigual, com saúde e segurança abaixo da média nacional. O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos de atenção
Leitos44 p.p. abaixo
0 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
A mortalidade infantil caiu de 31,8 por mil nascidos em 2014 para 12,8 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 31,8 por mil nascidos (2014) → 12,8 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈38
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 38 para investir reflete fragilidades em crescimento e vulnerabilidade social, ainda que mercado de trabalho puxe o resultado para cima. O melhor indicador é empresas (166,81 empresas/mil hab. ante 52,31 empresas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-0,58 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 10.177 em 2015 para R$ 21.111 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 10.177 (2015) → R$ 21.111 (2023)
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 7.853 para 6.894 habitantes entre 2014 e 2025 (-12,2%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.