Viver
RegularQualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Ilha Comprida, a nota 47 esconde um perfil desigual: segurança e infraestrutura acima da média, saúde e habitação abaixo. O melhor indicador é mortes no trânsito (7,1 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
- Mortes no trânsito 7,1 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.
- Saneamento 90,8% · média 55%94,3% (2017) → 90,8% (2025)
- Homicídios 14,2 por 100 mil hab. · média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
- Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
- Mort. infantil 35,7 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos6,4 (2015) → 35,7 (2023)
- MCMV 0,64 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
- Violência letal 14,2 por 100 mil hab. · média 9,1 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
A mortalidade infantil subiu de 6,4 por mil nascidos em 2015 para 35,7 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
- Mortalidade infantil: 6,4 por mil nascidos (2015) → 35,7 por mil nascidos (2023)
- Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos iniciais subiu de 5,0 em 2007 para 6,4 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).
- IDEB — anos iniciais: 5,0 (2007) → 6,4 (2023)
- Média nacional no período: 4,0 → 5,8
O IDEB dos anos finais subiu de 4,5 em 2007 para 5,7 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).
- IDEB — anos finais: 4,5 (2007) → 5,7 (2023)
- Média nacional no período: 3,5 → 4,8
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025