Painel das Cidades
São Paulo·Pinhalzinho
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Para quem é Pinhalzinho?

Vale a pena viver ou investir em Pinhalzinho?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Pinhalzinhoà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

44

Viver

Regular

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Para quem pensa em viver em Pinhalzinho, a nota 44 esconde um perfil desigual: segurança acima da média, saúde e habitação abaixo. O melhor indicador é mortes no trânsito (6,4 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).

Pontos fortes

  • Mortes no trânsito 6,4 por 100 mil hab. · média 20,6 por 100 mil hab.

Pontos de atenção

  • Leitos 0 leitos/100 mil hab. · média 156,8 leitos/100 mil hab.
  • MCMV 0,64 unidades/mil hab. · média 2,93 unidades/mil hab.
  • Mort. infantil 18,3 por mil nascidos · média 12,7 por mil nascidos6,4 (2014) → 18,3 (2023)
  • Violência letal 12,8 por 100 mil hab. · média 9,2 por 100 mil hab.

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,6 em 2007 para 6,3 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 4,6 (2007) → 6,3 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 4,2 em 2007 para 5,5 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 4,2 (2007) → 5,5 (2023)
  • Média nacional no período: 3,5 → 4,8
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Tendência

A mortalidade infantil subiu de 6,4 por mil nascidos em 2014 para 18,3 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).

  • Mortalidade infantil: 6,4 por mil nascidos (2014) → 18,3 por mil nascidos (2023)
  • Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
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Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

62

Investir

Bom

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Com nota 62 para investir, Pinhalzinho se destaca em mercado de trabalho e vulnerabilidade social, mas produção econômica pesa contra. O melhor indicador é saldo de empregos (9,44 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é PIB per capita (R$ 27.352 ante R$ 40.342 na média).

Pontos fortes

  • Saldo de empregos 9,44 vagas/mil hab. · média 1,18 vagas/mil hab.
  • Empresas 126,95 empresas/mil hab. · média 52,31 empresas/mil hab.
  • Bolsa Família 103,79 benef./mil hab. · média 230,54 benef./mil hab.

Pontos de atenção

  • PIB per capita R$ 27.352 · média R$ 40.342R$ 15.669 (2015) → R$ 27.352 (2023)

O que as séries históricas mostram

Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 15.669 em 2015 para R$ 27.352 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.

  • PIB per capita: R$ 15.669 (2015) → R$ 27.352 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 428 em 2015 para 1.990 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (962 → 2.004).

  • Empresas ativas: 428 (2015) → 1.990 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Pano de fundo

O contexto que liga as duas notas

Dinâmica populacional

A população passou de 14.247 para 15.676 habitantes entre 2014 e 2025 (+10%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Crescer acima do ritmo do país sugere que Pinhalzinho vem atraindo novos moradores.

  • População: 14.247 (2014) → 15.676 (2025)
  • Variação média nacional no período: +5,3%
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Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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