O sistema de saúde de Palmas exibe uma infraestrutura robusta e em expansão, caracterizada por uma das maiores densidades de profissionais médicos e de enfermagem do país para cidades do seu porte. O indicador de médicos por mil habitantes subiu consistentemente de 2,21 em 2010 para 4,96 em 2025, acompanhado pelo crescimento no número de enfermeiros (de 1,09 para 4,82 no mesmo período). A oferta de leitos hospitalares também se expandiu tanto no setor público (SUS) quanto no privado (Não-SUS), refletindo o papel da cidade como hub de saúde regional. O município mantém um investimento financeiro constante na área, aplicando regularmente entre 17% e 21% de suas receitas próprias em saúde. Apesar desse aparato técnico e financeiro, a taxa de mortalidade infantil apresenta oscilações persistentes, situando-se na casa de 11,56 óbitos por mil nascidos vivos em 2023, o que sinaliza que, embora a infraestrutura de alta complexidade seja forte, ainda existem gargalos na atenção primária e no acompanhamento pré-natal nas periferias geográficas e sociais da capital.
A taxa de mortalidade infantil mede os óbitos de crianças com menos de 1 ano de vida por 1.000 nascidos vivos. A OMS considera taxas abaixo de 10 como baixas e acima de 30 como altas. É um dos indicadores mais sensíveis das condições de saúde, saneamento básico, nutrição e acesso a cuidados médicos.
Dados não disponíveis para este município.
Fonte: IBGE
Número de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde por 100 mil habitantes. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100 mil para um sistema de saúde adequado. Inclui leitos cirúrgicos, clínicos, obstétricos, pediátricos e de UTI da rede pública.
Dados não disponíveis para este município.
Fonte: IEPS / DATASUS
Número de médicos por 1.000 habitantes. O Conselho Federal de Medicina recomenda ao menos 2 médicos por 1.000 habitantes para atendimento adequado. A má distribuição de médicos é um dos principais desafios da saúde pública brasileira.
Dados não disponíveis para este município.
Fonte: DATASUS / IEPS
Percentual de domicílios com acesso adequado a abastecimento de água tratada e esgotamento sanitário. Diretamente relacionado à saúde pública - municípios com baixa cobertura apresentam maiores taxas de doenças de veiculação hídrica e mortalidade infantil.
Dados não disponíveis para este município.
Fonte: IEPS
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